UA desenvolve teste na área da terapia da fala

altAcaba de ser desenvolvido pela Universidade de Aveiro (UA) e é o único instrumento testado e validado capaz de analisar a capacidade de produção de sons orais das crianças portuguesas em idade pré-escolar. Trata-se do Teste Fonético-Fonológico – Avaliação de Linguagem Pré-Escolar (TFF-ALPE) e, pelo grande interesse que tem suscitado entre os terapeutas da fala do país, o instrumento já se assume como um teste fundamental no rastreio, avaliação e diagnóstico das perturbações articulatórias e fonológicas das crianças portuguesas. A corrida ao TFF-ALPE tem uma razão de ser: os instrumentos atualmente utilizados não apresentam dados estandardizados relativos às crianças falantes do português europeu.

«É essencial fazer uma avaliação nesta faixa etária, porque os problemas que ocorrem nestas idades em termos fonético-fonológicos podem, mais tarde, ter uma repercussão na aprendizagem da leitura e da escrita», explica Marisa Lousada, uma das investigadoras da Escola Superior de Saúde da UA, responsável pela criação do TFF-ALPE. Assim, «quanto mais cedo se identificar uma perturbação na criança, mais cedo se pode iniciar a terapia, evitando com isso repercussões negativas na altura da aprendizagem da leitura e da escrita», diz a docente da UA.

Terapeutas da fala mas também educadores de infância, psicólogos e outros profissionais de saúde e da educação «podem usar esta ferramenta para fazer o despiste das perturbações entre as crianças e, caso seja necessário, encaminharem-nas para os primeiros poderem intervir», diz Marisa Lousada, ela própria terapeuta da fala. Fácil de utilizar – a ferramenta vem acompanhada de um manual de utilização –, o TFF-ALPE é constituído por um livro de imagens (que induzem a produção nas crianças) e pelas respetivas folhas de registo dos resultados.

Para além de o teste facilitar a identificação de perturbações articulatórias ou fonológicas, ajuda também os terapeutas da fala a estabelecerem um plano de intervenção e a monitorizarem a sua eficácia e eficiência ao longo do tempo. 

O ALPE, que aguarda apenas luz verde de uma editora livreira para satisfazer as necessidades dos profissionais portugueses que trabalham com crianças, foi desenvolvido no âmbito de dois projetos de investigação financiados pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. No grupo de investigadoras que lhe deu forma, para além de Marisa Lousada, estão também Ana Mendes, Elisabete Afonso e Fátima Andrade.


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