Por Máximo Ferreira, diretor do Centro Ciência Viva de Constância.



Novo planetário

altPor ocasião de mais um aniversário do Centro Ciência Viva de Constância – Parque de Astronomia, no próximo dia 23 de Março, entrará em funcionamento um planetário digital, em complemento do já existente naquela instituição de divulgação e ensino da astronomia, da qual sou diretor.


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Os astros em 2013

altA maior parte dos acontecimentos que em cada ano se podem observar no céu não passa de repetições do que ocorreu no ano anterior, tornando-se mais relevantes os eventos levados a efeito em diversos locais do planeta, sejam conferências, entrada em funcionamento de equipamentos como radiotelescópios e grandes telescópios, o lançamento de satélites dedicados à astronomia ou alguns equipamentos transportados por veículos espaciais com objetivos múltiplos. A tudo isto se poderá juntar uma ou outra novidade relacionada com descobertas científicas, estas quase sempre – nos tempos modernos – envolvendo aspetos teóricos ou objetos celestes longínquos, ou ainda, eventualmente, um cometa esporádico que venha alterar a regularidade dos céus e dos fenómenos que nele ocorrem.


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Um cabide no céu

altNa verdade, nem mesmo os astrónomos têm facilidade em agrupar estrelas de modo a obter figuras que citam em trabalhos ou comunicações, sejam animais ou outros seres que os antigos imaginaram no céu. Mesmo assim, ainda repetem as designações tradicionais para referirem o facto de o Sol se projetar na Balança ou Júpiter se encontrar no Touro e, em muitos casos, destacam algumas estrelas de determinadas constelações para com elas formarem outra “figura” a que é comum chamar “asterismo” da constelação em causa.


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A Via Láctea

altEm quase todas as culturas, a mancha esbranquiçada que atravessa todo o céu, bem visível em locais escuros, foi interpretada como um rio, uma estrada ou, com menor ligação à vida real, o leite com que Hera, mulher de Zeus, salpicou o céu. Uma tradição antiga de certa região do Peru cita pormenores das manchas escuras da Via Láctea, atribuindo-lhes nomes como “sapo”, “serpente” e outros.


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O cabo das Tormentas

altA data de 3 de fevereiro de 1488 é tida como certa no registo histórico do desembarque de Bartolomeu Dias no “cabo do fim da África, o Tormentoso”, muitos dias depois de as ­suas caravelas, fustigadas por ventos e forte tempestade, terem – sem o saber – dobrado o cabo que seria designado “das Tormentas” e, posteriormente, “da Boa Esperança”. O navegador determina então a latitude do lugar – pela altura do Sol – e obtém o valor de 34 graus e 22 minutos, muito para além dos 22 graus alcançados por Diogo Cão em anterior etapa da estratégia de conhecer progressivamente a costa africana em busca de “passagem” que abrisse o caminho mais curto para a Índia.


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2012: o fim do mundo

altUm filme com muitos efeitos especiais e alguns termos técnicos de física e astronomia lançou inquietações sobre quem, não gostando de encarar a hipótese de um fim de vida violento, sente vontade de questionar a ciência, certamente com a esperança de uma resposta tranquilizante.


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O buraco do Cisne

altNa parte mais alta do céu visível (ao princípio das noites desta época e em latitudes próximas daquelas em que se situa o território nacional), em pleno pescoço do Cisne, e sobre a Via Láctea, encontra-se um buraco negro. Embora não observável pelos olhos humanos, por não emitir “luz visível”, a sua existência foi admitida teoricamente, estimaram-se as suas propriedades, estabeleceram-se estratégias para a deteção e… a suspeita confirmou-se.


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A distância de Marte

altDas voltas que Marte dá em torno do Sol resulta o facto de, com intervalos de 26 meses, ser ultrapassado pela Terra, a qual, por descrever uma órbita de menor amplitude, se move a velocidade consideravelmente superior. Da excentricidade das órbitas dos dois planetas e da precessão a que ambas estão sujeitas, resultam distâncias diferentes entre a Terra e Marte, na ocasião da “ultrapassagem”. O menor desses valores é próximo de 56 milhões de quilómetros e, quando ocorre, constitui motivo de interesse para os astrónomos amadores, que, com os seus instrumentos modestos, tentam ver as regiões sombreadas da superfície marciana ou mesmo algumas das “nervuras” resultantes de sombras de pequenos vales ou de cadeias montanhosas.


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