Por Máximo Ferreira, diretor do Centro Ciência Viva de Constância.



Astrofesta 2012

altA décima-nona edição do encontro nacional de astronomia, designado, desde 1994, por “Astrofesta”, terá lugar no princípio de agosto e coincidirá com iniciativas ligadas ao 50.º aniversário do Observatório Europeu do Sul (ESO), instituição de investigação que associa 15 países, um dos quais Portugal. Por isso, às tradicionais atividades (palestras, minicursos, observações, etc.), juntar-se-ão temas relacionados com trabalhos realizados (ou em curso) no ESO, apresentados por investigadores que permanentemente recorrem aos mais diversos equipamentos da referida organização.


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Dia do Sol

altApesar de não passar de uma estrela modesta – no conjunto dos mais de cento e vinte mil milhões de astros semelhantes que constituem a nossa galáxia –, o Sol continua, tal como no passado, a ser venerado na Terra. Adorações e outros cultos de então são agora substituídos por eventos marcados para determinado dia – o “dia do Sol” – em que, com maior ênfase do que noutras oca­siões, se fala da nossa estrela e da sua influência sobre a vida na Terra, ou melhor, se reflete sobre a impossibilidade de vida no nosso planeta se o Sol não existisse.


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Astronomia no Tejo

altA aprovação de um projeto candidatado ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) permitiu a implementação, na região do Médio Tejo, de um programa que, baseado na Astronomia, permitirá divulgar as ciências em geral, nomeadamente física, matemática ou geografia, e abordar mesmo temas ambientais.


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2012 astronómico

altDas grandes notícias relacionadas com a Astronomia, durante o ano de 2012, é quase certo que o anunciado “fim do mundo” será o tema mais capaz de atrair atenções e suportar a promoção de publicações e outras formas de satisfazer a curiosidade de consumidores preo­cupados com eventuais consequências de determinado fenómeno cósmico. Mas, como a suposta profecia para o “juízo final” indica a catástrofe para o fim do ano, faz sentido que aproveitemos todos os acontecimentos astronómicos que – esses sim – vão, garantidamente, ocorrer, para apreciarmos a beleza estética de alguns deles ou, pelo menos, admirar a precisão com que os momentos das suas ocorrências podem ser calculados, graças à acumulação de conhecimentos e a recursos tecnológicos cada vez mais bem ajustados à investigação.


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Último trânsito XXI

altDepois do trânsito de Vénus verificado a 8 de junho de 2004 (também observado em Portugal), cerca de oito anos depois o fenómeno repete-se, embora, desta vez, já não seja possível a sua observação a partir do nosso país, por ocorrer num período em que é noite nesta parte da Terra. Depois desta data (noite de 5 para 6 de junho), será preciso esperar mais 105,5 anos, ou seja, até 11 de dezembro de 2117, para que se verifique novo trânsito.


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Vénus minguante

altPor analogia com a Lua, o planeta Vénus apresenta aspetos diferentes durante o período correspondente a uma volta ao Sol e a sua designação poderá ser semelhante, incluindo na “fase minguante” todas as formas que sugere entre “cheio” e “novo” e, pelo contrário, “fase crescente” as que mostra entre “novo” e “cheio”. Na verdade, à vista desarmada, o planeta parece sempre uma estrela de brilho mais elevado do que todas as outras, mas, através de um telescópio, torna-se evidente que Vénus nunca é visto – a partir da Terra – na fase de “cheio”, do mesmo modo que não é visível em “novo”, tal como acontece com a Lua na fase de Lua Nova. E foi esta observação, iniciada por Galileu em 1610, que o levaria a concluir que tais aspetos só poderiam ser explicados se Vénus orbitasse em volta do Sol e não da Terra – como então se defendia –, destronando assim o nosso planeta da até aí admitida “posição central do universo”.


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Um caranguejo no Touro

altMais de cem anos antes de Law­rence Parsons (mais conhecido por Lorde Rosse) ter, em 1844, detetado uns filamentos que irradiavam de uma pequena nebulosa localizada na constelação do Touro e que lhe pareceram as “pernas de um caranguejo”, já outro inglês também interessado pela Astronomia – John Bevis – tinha descoberto, em 1731, o objeto que, mais tarde, constituiria a base de muitos e variados estudos no âmbito da astronomia e da astrofísica.


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Os eclipses e a distância Terra-Lua

altO eclipse total da Lua de 10 de dezembro deste ano – embora não visível na parte da Terra onde se situa Portugal – poderá evocar interrogações sobre o interesse dos eclipses, em geral, dado que a sua observação é feita há já alguns séculos e seria lógico pensar-se que tudo o que havia a saber sobre tais fenómenos já é conhecido. Com efeito, mesmo que não houvesse detalhes a confirmar, quer acerca de cálculos de tempos relativos a fases do eclipse e observação da atividade solar ou de sinais de erosão no solo lunar, cada um desses acontecimentos encerra sempre uma certa magia resultante ora do aspeto estranho que apresenta ora da satisfação de se saber explicar por que acontecem e de se sentir a possibilidade de calcular quando e onde podem ser observados.


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