Por Máximo Ferreira, diretor do Centro Ciência Viva de Constância.



Um universo feito de nada

altO mês de novembro contém a semana que, desde 1993, foi designada “Semana Europeia da Cultura Científica” e cujo objetivo fundamental é a promoção de atividades que possibilitem aos cidadãos em geral um contacto direto com temas, locais e investigadores, em circunstâncias acessíveis a conhecimentos básicos em áreas diversas da ciência.


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A estrela do diabo

altA versão mais corrente associada a uma lenda que envolve Cassio­peia, Pégaso, Perseu e An­drómeda situa a estrela Algol na posição de um dos olhos da Medusa, cuja cabeça Perseu havia decepado e dirigido na direcção de um monstro marinho que, pelo efeito demoníaco do olhar da Medusa, seria transformado em pedra, salvando assim Andrómeda de uma morte certa a que, injustamente, havia sido condenada.


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Astrofesta 2011

altDesde 1994 que, todos os anos, ocorre em Portugal um encontro de pessoas ligadas à Astronomia – astrónomos amadores e profissionais, bem como cidadãos movidos pela simples curiosidade de ver e ouvir sobre o assunto –, durante o qual são proferidas palestras acerca de galáxias, estrelas, planetas e instrumentos de observação e registos de corpos celestes, desenvolvidas actividades dedicadas a astrónomos iniciados e realizadas observações que envolvem a identificação de estrelas e constelações e a utilização de telescópios diversos.


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O que é um telescópio?

altDerivado do grego tele (longe) e skopein (examinar), a palavra “telescópio” continua, de facto, a designar qualquer coisa que actua ao longe, nomeadamente (no domínio da astronomia) “examinar” objectos que se encontram muito distantes. Instrumento utilizado pela primeira vez por Galileu – segundo se crê – na observação do céu, o telescópios evoluiu, mercê do aperfeiçoamento da qualidade das lentes e, posteriormente, dos espelhos, bem como dos seus tamanhos sempre crescentes, para instrumentos altamente sofisticados, muitos dos quais são, actualmente, de dimensões colossais e, alguns deles, operados a grandes distâncias, incluindo no espaço exterior à Terra.


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No céu como na Terra

altA esfera armilar é invenção antiga com a qual se pretendia representar a esfera celeste e, através de várias armilas (aros), estabelecer meios de referir pontos na Terra ou no céu. Frequentemente, atribui-se a Eratóstenes (astrónomo, matemático e geógrafo grego que viveu entre 276 a.C. e 194 a.C.) o desenvolvimento de tal método, podendo mesmo admitir-se que ele tivesse sido esboçado em épocas anteriores.


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Estrelas cadentes

altTodos os anos, em Agosto, a Terra atravessa a nuvem de partículas deixadas pelo cometa Swift-Tuttle, do que resulta um número de meteoros (vulgarmente designados por “estrelas cadentes”) superior ao que é normal ocorrer na atmosfera terrestre. Na verdade, estima-se que, em cada dia, cerca de 90 milhões de partículas produzam traços luminosos na nossa atmosfera, adicionando, assim, algumas toneladas à massa total da Terra. No entanto, em ocasiões de encontros com rastos de cometas, o número é muito superior, originando o que é comum designar-se por “chuva de estrelas cadentes” ou, mais propriamente, por “corrente de meteoros”.


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A causa dos eclipses

altApesar de o termo “eclipse” ser utilizado para referir a ocultação de qualquer astro (planeta, satélite ou mesmo estrela) por interposição de outro, os eclipses que mais chamam a atenção são aqueles que, observados a partir da Terra, envolvem o Sol e a Lua. Por isso se pode afirmar que podemos observar eclipses do Sol e da Lua, pela simples razão de a Terra possuir um satélite natural a orbitar permanentemente à sua volta, pois não poderíamos contemplar tal fenómeno se a Lua não existisse.


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Struve e a paralaxe

altNascido em Abril de 1793, William Struve tornar-se-ia o fundador e primeiro director do Observatório de Pulkovo (cerca de 20 quilómetros a Sul de São Petersburgo), ainda hoje em plena actividade científica, desenvolvida sob a égide da Academia das Ciências da Rússia, no domínio da astronomia e da astrofísica. Da sua actividade de professor e investigador fazem parte detalhes relacionados com Portugal, nomeadamente o ter sido responsável pela formação em astronomia do oficial da Armada portuguesa Frederico Augusto Oom, que viria a ser primeiro director do Observatório de Lisboa (também designado “Observatório da Tapada”), cujo lançamento da primeira pedra ocorreu a 11 de Março de 1851, ou seja, há 150 anos. Também neste objectivo – dotar Portugal de um observatório que permitisse aos astrónomos portugueses participar em projectos internacionais –, o apoio de William Struve foi de tal forma importante que a planta do edifício acabou por ser uma cópia do Observatório de Pulkovo.


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