Por Máximo Ferreira, diretor do Centro Ciência Viva de Constância.



2015, Ano Internacional da Luz

altÉ comum a afirmação de que “não poderíamos viver sem ela” e é também tido como certo que, sem luz, a vida não existiria. Em termos científicos, “luz” abrange toda a gama de radiações eletromagnéticas, desde as ondas muito longas (ondas rádio) até às mais energéticas, correspondentes a frequências muito elevadas (como raios X e raios gama). É toda essa “luz” que será abordada no programa que se prepara para preencher o Ano Internacional da Luz.


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Distâncias angulares

altSe desejarmos ver, numa das próximas noites, a ISS (sigla da Estação Espacial Internacional), encontraremos numa tabela disponível em alguns sítios da internet (por exemplo, www.heavens-above.com) indicações sobre o momento em que começa a ser observado o intenso ponto luminoso que resulta da luz solar refletida pela já enorme estrutura da estação espacial, a direção do horizonte e a “altura”, ou seja, o número de graus correspondente a uma porção de arco com origem no horizonte (e perpendicular a ele) e o ponto da esfera celeste em que começa a ser visível.

 


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Auroras polares

altO princípio do mês de março é um de dois momentos (a par com finais de setembro) em que, todos os anos, se espera o maior número de auroras polares, com intensidades que superam largamente as que possam ocorrer noutros meses. Tem-se como certa a correlação entre este facto e a inclinação do eixo de rotação do Sol (cerca de 7 graus) em relação ao plano da órbita da Terra (e dos planetas em geral), de que resultam posições da Terra abaixo (em março) e acima (em setembro) do equador solar.


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Os astros em 2014

altA par dos desenvolvimentos teóricos e de técnicas e tecnologias capazes de comprovar as mais sofisticadas hipóteses para enigmas que a astronomia e a astrofísica comportam (como os primeiros momentos do Universo e a sua expansão, as cordas, a matéria e a energia escuras, de entre outros), durante o ano de 2014 teremos a possibilidade de apreciar os regulares fenómenos, como eclipses e “chuvas de estrelas cadentes”, conferências e exposições relacionadas com a astronomia e o espaço, encontros de amadores de astronomia e até algumas iniciativas espetaculares das principais agências internacionais produtoras de tecnologia para a investigação espacial.


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O cometa e a «Rosetta»

altA primeira surpresa foi a obtenção de imagens em que a esperada forma de uma “batata ligeiramente deformada”, se revelou como duas “batatas” ligadas por uma região menos extensa. Procuram-se agora argumentos para possíveis explicações de como dois núcleos cometários gelados podem unir-se, em consequência, pensa-se, de um choque suave, por ambos se deslocarem em trajetórias semelhantes e com velocidades não muito diferentes. De tal facto resultou o que agora se denomina um “binário de contacto”.


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Marte na oposição

altO acontecimento não é raro, mas sempre pode constituir uma ocupação interessante para quem tenha calma e paciência para, com alguma atenção, olhar o céu durante várias noites do período em que o “planeta vermelho” passa pela oposição.


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Histórias de estrelas

altNão se sabe, ao certo, em que época o céu motivou os humanos para a observação e a interpretação de fenómenos que ocorriam sobre as suas cabeças, mas é muito provável que, ainda antes de existirem meios de registar – pela escrita ou por outros métodos – acontecimentos quotidianos, o céu fosse companhia diária, quer pela duração dos dias e dos efeitos da luz solar, quer pelas noites escuras de então, que proporcionavam uma visão espetacular de milhares de pontos luminosos cintilantes sobre um fundo completamente negro. Naturalmente, essa relação com as estrelas terá nascido imbuída de conjeturas sobrenaturais, originando medos e crenças que demorariam muitos séculos a superar, como resultado da curiosidade em perceber a “causa das coisas”.


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A aparição do ISON

altDepois da sua descoberta, há pouco mais de um ano, o cometa ISON foi sujeito aos procedimentos habituais para avaliar da possibilidade de se tratar de um corpo celeste já visto anteriormente e, em simultâneo, obter dados observacionais que levassem ao estabelecimento da sua órbita. Tendo-se percebido que a trajetória não será representável por uma linha fechada, concluiu-se tratar-se de um “cometa não periódico”, significando isso que, depois da sua passagem no periélio (o ponto da órbita mais próximo do Sol), o qual foi calculado para 28 de novembro de 2013, ele não ficará “preso” à gravidade do Sol e seguirá viagem.


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