Coisas da Vida

Por Lucília Tibério, bióloga especializada em conservação.



Príncipes efémeros

altPouco compreendidos, e ainda menos apreciados, mereceriam decerto a nossa maior reverência se tomássemos em consideração o seu papel imprescindível na sobrevivência da nossa espécie, e, inclusive, no nosso processo evolutivo. De facto, os anfíbios constituem nada menos do que o elo evolutivo na transição dos vertebrados entre os meios aquático e terrestre, tendo conquistado as margens pantanosas do Devónico-Carbónico, há 300 a 350 milhões de anos, na sequência dos “esforços” adaptativos prévios de alguns peixes sarcopterígios, já extintos, e cujos representantes atuais são vulgarmente denominados “peixes pulmonados”.


( 1 Voto )
 
Economia e sustentabilidade

altA transição da sociedade para um paradigma económico mais sustentável e de baixo carbono (ainda que o principal ânimo seja a necessidade de adaptação a um planeta em aquecimento) é passível de “gerar um elevado número de empregos ‘verdes’ em muitos setores da economia e tornar-se, de facto, um motor de desenvolvimento”, de acordo com a ONU. É neste contexto que a economia verde surge, na definição do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), como fonte de “progresso em bem-estar humano e igualdade social, a par da redução significativa dos riscos ambientais e da perturbação do equilíbrio ecológico”.


( 1 Voto )
 
O bico do colibri

altA Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO, http://www.fao.org) monitoriza a situação das florestas mundiais a intervalos de cinco a dez anos, desde um ano após a sua fundação, em 1946. No presente, segundo esta organização, as florestas cobrem cerca de 31 por cento da superfície total da Terra, numa área um pouco superior a 4000 milhões de hectares; mais de metade encontram-se na Rússia, no Brasil, no Canadá, nos Estados Unidos e na China. Porém, em qualquer destes países, tal como nos restantes, a incerteza sobre o seu futuro é significativa.


( 1 Voto )
 
Exotismo em declínio

altCaminha bamboleante, mas seguro. O corpo desengonçado, embora robusto, apoia-se sobre as pernas compridas, ficando assim longe do calor libertado pelo chão, e assenta em almofadas plantares pares, cuja elasticidade facilita a progressão nos solos arenosos e rochosos dos desertos.


( 1 Voto )
 
2013: manual de sobrevivência

altSe estiver a ler esta crónica, então, felizmente, passámos além do anunciado fim do mundo e chegámos a 2013, o ano de todas as dúvidas. Antes de mais, desejo-lhe um excelente ano novo!


( 1 Voto )
 
Empregos verdes para sair da crise

altJá quase ninguém duvida que as alterações climáticas vão ter efeitos negativos a médio e longo prazo, mas são ainda tímidos os passos em direção a uma sociedade de baixo carbono. “É preciso uma visão de longo prazo, coragem política e apoio à investigação e ao desenvolvimento, no quadro de uma sociedade que tem de estar sensibilizada para mudar. Isso é o mais difícil, quando o paradigma tem de ser mudado radicalmente”, explica Francisco Ferreira, engenheiro do ambiente e professor auxiliar da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL).


( 1 Voto )
 
A extinção é para sempre

altQuando pensamos na extinção biológica, é provável que recordemos de imediato a imagem do panda-gigante (Ailuropoda melanoleuca). No entanto, o animal escolhido para símbolo da World Wildlife Fund (WWF), desde a criação desta organização internacional para a conservação da natureza, em 1961, é somente mais uma espécie entre as muitas em risco.


( 1 Voto )
 
Cágados nacionais vs. tartarugas ninja

altA introdução de espécies exóticas potencialmente invasoras é um dos principais problemas de conservação da biodiversidade a nível mundial. Em geral, as espécies biológicas apresentam baixa tolerância a novas condições ambientais e não sobrevivem, mas algumas conseguem adaptar-se com relativa facilidade a novos locais e, em condições favoráveis, como a disponibilidade de alimento e a ausência de competidores e predadores fortes, podem iniciar um processo de invasão.


( 1 Voto )
 


Pág. 1 de 2

GuiaTV

Escolha abaixo o canal.

Canal:

Data:

You need Flash player 6+ and JavaScript enabled to view this video.

Playlist: 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11

Your are currently browsing this site with Internet Explorer 6 (IE6).

Your current web browser must be updated to version 7 of Internet Explorer (IE7) to take advantage of all of template's capabilities.

Why should I upgrade to Internet Explorer 7? Microsoft has redesigned Internet Explorer from the ground up, with better security, new capabilities, and a whole new interface. Many changes resulted from the feedback of millions of users who tested prerelease versions of the new browser. The most compelling reason to upgrade is the improved security. The Internet of today is not the Internet of five years ago. There are dangers that simply didn't exist back in 2001, when Internet Explorer 6 was released to the world. Internet Explorer 7 makes surfing the web fundamentally safer by offering greater protection against viruses, spyware, and other online risks.

Get free downloads for Internet Explorer 7, including recommended updates as they become available. To download Internet Explorer 7 in the language of your choice, please visit the Internet Explorer 7 worldwide page.