Longe, muito longe

altParece que passou muito tempo, mas não: foi só em 1995 que foi anunciada a primeira descoberta de um planeta extrassolar, embora tivesse havido duas publicações anteriores que só mais tarde foram confirmadas. Em julho de 2003, dedicávamos a esse tema a capa da SUPER 63: “Já conhecemos 125 planetas extrassolares”, dizíamos. Dez anos volvidos, o ritmo de deteção de novos exoplanetas é tal que se torna difícil saber ao certo quantos são. O melhor é avançar uma estimativa: estamos a aproximar-nos dos mil.


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Dores e servidores

alt"O maior receio do ser humano é o sofrimento causado pela dor, seja física ou psíquica”, dizíamos na abertura do Documento da SUPER 61, de maio de 2003. Nada mudou, neste campo. E continuávamos: “Combatê-la constitui o principal desafio da medicina moderna. Graças aos progressos terapêuticos, muitíssimos pacientes estão aliviados.” E esses progressos têm-se somado, a tal ponto que, hoje em dia, os especialistas dizem que uma pessoa com dores denuncia um médico com deficiente formação.


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À roda do tempo

altAnsiedade generalizada, devido a fatores externos que temos a sensação de não poder controlar e a uma perspetiva de futuro que ou é imprevisível ou se anuncia como deprimente. Interrogações sobre a Europa, o seu papel no mundo, o aprofundamento de um projeto de casa comum no Velho Continente ou, pelo contrário, a sua redução progressiva a um mercado sem fronteiras. Glaciares em retirada, com indicações de que o aquecimento global está a acelerar. Corolário: mais água nos oceanos, provocando a subida do nível do mar. Dúvidas sobre as vantagens comparativas dos chamados “alimentos biológicos”, que são muito mais caros, face aos outros.


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Ameaças e esperanças

altEm 2002, um asteroide de bom tamanho (cinco a dez metros de diâmetro) despenhou-se no Mediterrâneo. Ninguém o tinha visto antes e não houve tempo para quaisquer preparativos, mesmo que soubéssemos o que fazer. Por essa razão, dedicámos a capa da SUPER 57, a primeira de 2003, ao tema dos asteroides que podem chocar com a Terra: quais as probabilidades de isso acontecer, quais as propostas para lidar com esta ameaça, quais as possíveis consequências.


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Paternidade em crise

altEm junho de 2003, dedicávamos a capa da SUPER ao fenómeno da parentalidade masculina, que se assumia então como pretendendo redefinir as regras. Graças a uma mudança paulatina nas conceções de vida e da própria masculinidade, deixou de ser encarado como anormal que um homem possa e queira acompanhar os seus filhos e participar no seu crescimento tanto quanto a mãe, que tradicionalmente ocupava esse lugar. Para este movimento, muito contribuiu a adoção, em vários países europeus, de legislação que concede aos pais (ambos) longas licenças de parto, desde que o pai também tire alguns meses para dedicar ao bebé. Nesse aspeto, a lei portuguesa é das mais generosas e estimulantes.


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Um rasto digital

altMuitas investigações policiais foram resolvidas, ao longo de séculos, vasculhando nos caixotes do lixo, em busca de algum documento comprometedor. Hoje, os inspetores judiciários não precisam de sujar as mãos: os dados que procuram estão quase de certeza arquivados de forma digital num ou mais dos computadores e telemóveis dos suspeitos; provavelmente, passaram também pela rede de uma operadora de telecomunicações, de onde é possível extraí-los com relativa facilidade. Além disso, as operadoras de telemóvel são obrigadas a conservar um registo de toda a nossa atividade durante seis meses: onde estamos, com quem falamos, que mensagens enviamos e recebemos.


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Infeção informática

altNão há como a tecnologia, e em particular a que está ligada às comunicações, para nos fazer dar uma boa gargalhada, uma década depois. A capa da SUPER 58 destacava um importante artigo sobre o que temos a temer (ou não) de novos vírus e novas estirpes dos que já conhecemos, mas chamava também a atenção para outra peça de fundo: as últimas novidades em vídeo, áudio e telemóveis.


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Feios, porcos e mais

altSomos o que somos. Isto é, somos aquilo que pensamos ser. Ou seremos, antes, aquilo que os outros pensam que somos? Ou seremos tudo isso e muito mais? De onde vem a personalidade? Que parte dela é biologicamente determinada, que parte é suscetível de ser influenciada pelo ambiente em que crescemos e nos movemos? Temos uma personalidade para a vida, ou ela pode ser alterada? Será isso bom? Estas e outras perguntas justificavam a capa da SUPER 56, em que também falávamos sobre os “curtocircuitos dos nervos”, aqueles estranhos fenómenos que nos fazem espirrar quando apanhamos sol de frente, por exemplo.


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