À roda do tempo

altAnsiedade generalizada, devido a fatores externos que temos a sensação de não poder controlar e a uma perspetiva de futuro que ou é imprevisível ou se anuncia como deprimente. Interrogações sobre a Europa, o seu papel no mundo, o aprofundamento de um projeto de casa comum no Velho Continente ou, pelo contrário, a sua redução progressiva a um mercado sem fronteiras. Glaciares em retirada, com indicações de que o aquecimento global está a acelerar. Corolário: mais água nos oceanos, provocando a subida do nível do mar. Dúvidas sobre as vantagens comparativas dos chamados “alimentos biológicos”, que são muito mais caros, face aos outros.

Podiam ser temas da revista que tem nas mãos. Na realidade, faziam parte do menu de artigos da edição 59 da SUPER. Em março de 2003, estávamos à beira do início da segunda Guerra do Golfo, com norte-americanos e ingleses a pressionarem no sentido de destituir pela força Saddam Hussein, e uma parte significativa da comunidade internacional (incluindo a “Velha Europa” de Donald Rumsfeld) a duvidar dos argumentos norte-americanos sobre as armas de destruição maciça.Motivos para causar ansiedade a qualquer um.

Bem vistas as coisas, a ansiedade, o stress, o medo e a angústia desempenham um papel importante nas nossas vidas, e mesmo em termos evolutivos. Foi a mistura de curiosidade e insatisfação que levou o homem a aventurar-se em ambientes hostis e a dominar os fatores adversos, acabando por colonizar todo o planeta. Sentir alguma ansiedade, portanto, não é necessariamente mau. O problema é quando o estado de ansiedade se torna permanente ou quando a sua intensidade ultrapassa certos limites. Nesses casos, pode prejudicar a nossa saúde física e mental, pelo que se torna necessário adotar algum tipo de terapêutica, que pode ir desde a medicação (receitada por um médico!) a um leque de psicoterapias.

Poderá isto, que é válido para as pessoas individualmente, ser extrapolado de forma linear para os grandes coletivos, como as nações e os países? Se sim, onde vamos traçar o limite a partir do qual se impõe uma intervenção clínica? E qual seria ela?

 

SUPER 179 - Março 2013


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