Dores e servidores

alt"O maior receio do ser humano é o sofrimento causado pela dor, seja física ou psíquica”, dizíamos na abertura do Documento da SUPER 61, de maio de 2003. Nada mudou, neste campo. E continuávamos: “Combatê-la constitui o principal desafio da medicina moderna. Graças aos progressos terapêuticos, muitíssimos pacientes estão aliviados.” E esses progressos têm-se somado, a tal ponto que, hoje em dia, os especialistas dizem que uma pessoa com dores denuncia um médico com deficiente formação.

É claro que a dor tem um papel. A evolução não nos teria deixado com este sofrimento sem um benefício qualquer. “Embora seja uma das experiências mais desagradáveis que temos de enfrentar ao longo da vida, a perceção da dor é imprescindível para a nossa sobrevivência”, escrevíamos então. “A ciência começa agora a perceber como é que o cérebro anula ou intensifica estes estímulos dolorosos.”

“Face a um amplo leque de estratagemas (desde a morfina à neuroestimulação), os médicos garantem que podem atacar as dores mais sórdidas e rebeldes. Então porque é que muitos pacientes continuam a retorcer-se com dores nos hospitais?”, perguntávamos mais adiante. A resposta era, evidentemente, a falta de formação de muitos clínicos. Dez anos depois, há fundadas razões para crer que muito tenha mudado, já que decorria, precisamente naquela altura, a primeira pós-graduação em medicina da dor, na Universidade do Porto.

Para encerrar o documento, analisávamos a forma com o sofrimento físico é sentido por cada género: “Investigações recentes indicam que as mulheres são menos tolerantes à dor. As hormonas e o cérebro têm parte da culpa.”

Na capa, fazíamos também chamada para um artigo sobre a internet planetária: “Já não vem longe o dia em que será possível receber correio eletrónico de Vénus ou enviar dados para Plutão. A NASA pretende criar uma rede interplanetária para as comunicações de futuras missões a Marte e outros pontos do Sistema Solar.” Sem servidores pelo caminho, que possam receber e reenviar os dados, nada feito. Do outro lado da Lua, não há rádio.

SUPER 181 - Maio 2013


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