| Economia e sustentabilidade |
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A transição da sociedade para um paradigma económico mais sustentável e de baixo carbono (ainda que o principal ânimo seja a necessidade de adaptação a um planeta em aquecimento) é passível de “gerar um elevado número de empregos ‘verdes’ em muitos setores da economia e tornar-se, de facto, um motor de desenvolvimento”, de acordo com a ONU. É neste contexto que a economia verde surge, na definição do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), como fonte de “progresso em bem-estar humano e igualdade social, a par da redução significativa dos riscos ambientais e da perturbação do equilíbrio ecológico”.
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A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO, http://www.fao.org) monitoriza a situação das florestas mundiais a intervalos de cinco a dez anos, desde um ano após a sua fundação, em 1946. No presente, segundo esta organização, as florestas cobrem cerca de 31 por cento da superfície total da Terra, numa área um pouco superior a 4000 milhões de hectares; mais de metade encontram-se na Rússia, no Brasil, no Canadá, nos Estados Unidos e na China. Porém, em qualquer destes países, tal como nos restantes, a incerteza sobre o seu futuro é significativa.
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Caminha bamboleante, mas seguro. O corpo desengonçado, embora robusto, apoia-se sobre as pernas compridas, ficando assim longe do calor libertado pelo chão, e assenta em almofadas plantares pares, cuja elasticidade facilita a progressão nos solos arenosos e rochosos dos desertos.
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| 2013: manual de sobrevivência |
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Se estiver a ler esta crónica, então, felizmente, passámos além do anunciado fim do mundo e chegámos a 2013, o ano de todas as dúvidas. Antes de mais, desejo-lhe um excelente ano novo!
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| Empregos verdes para sair da crise |
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Já quase ninguém duvida que as alterações climáticas vão ter efeitos negativos a médio e longo prazo, mas são ainda tímidos os passos em direção a uma sociedade de baixo carbono. “É preciso uma visão de longo prazo, coragem política e apoio à investigação e ao desenvolvimento, no quadro de uma sociedade que tem de estar sensibilizada para mudar. Isso é o mais difícil, quando o paradigma tem de ser mudado radicalmente”, explica Francisco Ferreira, engenheiro do ambiente e professor auxiliar da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL).
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Quando pensamos na extinção biológica, é provável que recordemos de imediato a imagem do panda-gigante (Ailuropoda melanoleuca). No entanto, o animal escolhido para símbolo da World Wildlife Fund (WWF), desde a criação desta organização internacional para a conservação da natureza, em 1961, é somente mais uma espécie entre as muitas em risco.
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| Cágados nacionais vs. tartarugas ninja |
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A introdução de espécies exóticas potencialmente invasoras é um dos principais problemas de conservação da biodiversidade a nível mundial. Em geral, as espécies biológicas apresentam baixa tolerância a novas condições ambientais e não sobrevivem, mas algumas conseguem adaptar-se com relativa facilidade a novos locais e, em condições favoráveis, como a disponibilidade de alimento e a ausência de competidores e predadores fortes, podem iniciar um processo de invasão.
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O lixo que vamos encontrando espalhado pelas praias é inestético e pode ser perigoso, mas não é nosso. Não estamos a contar com o saco de plástico que voou das nossas mãos e já não conseguimos apanhar, mas esse não será mais do que um detalhe num cenário global muito mais amplo. Certo!
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