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Os exércitos indianos foram os primeiros a utilizar elefantes, aproveitando a sua força e o efeito de pavor que causavam no inimigo. Na beligerante Antiguidade clássica, a ideia foi copiada por gregos, egípcios, e romanos, além, claro, do cartaginês Aníbal.
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Um mundo onde os preços nunca sobem parece o paraíso, mas o diabo é traiçoeiro. Se um dia chegar a um sítio assim, saiba que pode estar no inferno: o inferno da depressão e da deflação.
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Existiu, supostamente, uma papisa chamada Joana, no século IX, embora a opinião generalizada entre os historiadores seja que se trata de uma lenda que a Igreja deu por verdadeira até ao século XVI.
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Era assim que se designavam os soldados de infantaria do exército francês criado na Argélia, em 1830, com membros originalmente de origem berbere, de cuja língua a palavra provém. Posteriormente, o nome e o uniforme foram também usados por outros exércitos.
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No início do século XX, a ciência eugénica defendia diversos métodos de seleção para criar pessoas mais saudáveis e inteligentes. Contudo, essa ideia deu origem a políticas sinistras, como a esterilização à força de milhares de indivíduos ou os programas racistas nazis, que exterminaram milhões de seres humanos.
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Há 5000 anos, viajantes de toda a península Ibérica e até de África acorriam ao Alentejo para prestar culto aos mortos. Os arqueólogos estão cada vez mais impressionados com os segredos do santuário pré-histórico dos Perdigões.
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O livro Robinson Crusoe, de Daniel Defoe, baseia-se na aventura de uma personagem real, o marinheiro escocês Alexandre Selkirk (1676–1721). Em 1705, foi abandonado numa ilha deserta do arquipélago de Juan Fernandez, no oceano Pacífico, a 640 quilómetros da costa do Chile, país a que atualmente pertence.
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A história dos galardões, em especial dos atribuídos nas categorias científicas, está cheia de omissões e injustiças. Eis alguns dos episódios mais indignos.
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